terça-feira, 17 de junho de 2025

Antes que a doença grite, o corpo sussurra 👂

 




Mas a maioria de nós só aprende a escutar quando a dor já virou diagnóstico.

Vivemos num tempo em que silenciar emoções se tornou hábito.

Engolimos frustrações, acumulamos tensões, evitamos conflitos. Seguimos sorrindo para não incomodar.

Mas o corpo sente.

E quando a alma adoece, é o corpo quem paga a conta.


🌿 O sussurro da dor

Às vezes é uma queimação no estômago, que aparece nos dias mais difíceis.

Você vai ao médico e ouve:

— “É uma gastrite emocional.”

Você até se cuida um pouco. Evita certos alimentos, toma o remédio.

Mas não muda o que realmente te corrói: o ritmo que te esgota, a relação que te afunda, o engolir constante de tudo o que você queria dizer.

A dor era um recado. Um sussurro.

Mas como não foi ouvida, precisou gritar.

O que poderia ser curado com escuta, respeito e mudança… se transforma numa úlcera, numa crise, num colapso.


💭 O que o corpo tenta dizer?

O corpo fala.

Cada parte dele carrega um simbolismo — como um mapa das emoções não expressas.

Gastrite: raiva reprimida, emoções não digeridas.
Dor lombar: sobrecarga, sensação de estar sustentando tudo sozinha.
Dor torácica: opressão emocional, dificuldade de respirar livremente.
Dor cervical: excesso de controle, rigidez mental, medo de olhar novas direções.
Candidíase de repetição: culpa, mágoa, traumas ligados à sexualidade e ao prazer.
Infecções urinárias frequentes: dificuldade em impor limites, medo de perder o controle.
Bronquite, asma: ambientes sufocantes, medo de viver, ausência de espaço interno.

Esses não são diagnósticos médicos, mas compreensões profundas da psicossomática — uma abordagem que entende a doença como reflexo do universo emocional.


🌀 A visão da medicina oriental

Na medicina oriental, a doença surge quando o fluxo de energia vital (Qi) é bloqueado.

Esse bloqueio muitas vezes acontece por emoções reprimidas.

Raiva, medo, tristeza, ressentimento… quando não acolhidos, se alojam em algum órgão.

Para essa medicina, o estômago não digere só alimentos, mas também experiências e sentimentos.

Pulmões processam a tristeza, fígado armazena a raiva, rins acumulam o medo.

O corpo é um espelho. Está sempre refletindo algo mais profundo.


🔄 Escutar o corpo é um ato de amor

Talvez você esteja vivendo algum sintoma.

Talvez seu corpo esteja sussurrando agora — com cansaço, dor, insônia ou irritação.

A cura começa no instante em que você para…

… e ouve.

… e se pergunta:

“O que o meu corpo está tentando me mostrar com isso?”

Escutar o corpo é um ato de amor.

Amar-se é a primeira forma de cura.


💬 E você? Tem escutado o que seu corpo diz?

Se esse texto tocou você de alguma forma, compartilhe com alguém que precisa lembrar que o corpo sente o que o coração cala.


⚕️ Nota importante:

Eu, como terapeuta holística e professora de yoga, falo com propriedade: Cuide-se no contexto geral, sem jamais negligenciar a medicina. A Psicossomática, área em que concluí recentemente mais uma pós-graduação, nos ensina que emoções não digeridas adoecem.

Sei que algumas linhas incentivam o abandono da medicina tradicional, mas o mais importante é buscar, em paralelo, entender o que está por trás das patologias. Que sentimentos foram negligenciados? Choro contido, raiva guardada, ansiedade silenciada… O que tudo isso quer dizer?

A medicina ajuda, e pode caminhar de mãos dadas com a terapia clínica, as práticas integrativas, a atividade física, a alimentação consciente e terapias corporais como o yoga. Tudo isso auxilia na escuta emocional e na liberação de tensões internas. Posso te ajudar a compreender os sinais que o corpo manifesta quando os sentimentos são ignorados.

O corpo fala — e juntos, podemos traduzir essa linguagem para promover equilíbrio entre mente, emoções e saúde física.


Por: Fábia Layssa ✍️

segunda-feira, 16 de junho de 2025

🕰️ O Retorno

 

Ufa! Um salto enorme: De 2016 para 2025.


Quantos anos se passaram! Quantos dos meus leitores ainda permanecem por aqui? Quantos mudaram? E quantos novos estão dispostos a embarcar nesse retorno comigo?

Não que, durante todos esses anos, eu tenha parado de escrever. Não. Nunca!
Continuei escrevendo nos meus cadernos — o mais íntimo deles nomeado de “Meu querido diário” — e guardando textos soltos no Word, como pequenos respiros salvos em silêncio.

Me afastei deste espaço em meio ao turbilhão de novas redes sociais que surgiam sem parar.
Tudo ficou mais rápido, mais curto, mais urgente.

Hoje em dia, as pessoas querem consumir conteúdo em pílulas: vídeos acelerados, áudios que quase atropelam o sentido.
Parece que aquele velho prazer de ler com calma, de mergulhar em palavras como refúgio, espelho ou reconstrução, foi substituído por uma pressa sem profundidade.

Mas algo aconteceu.
Resolvi voltar a escrever por aqui.
Voltei porque descobri com alegria que ainda tenho acesso a este blog.
Voltei porque percebi que, mesmo com tanta modernidade, ainda existe — e sempre existirá — espaço para quem busca ler com presença.

Ironicamente, os blogs se tornaram os livros antigos que ficam guardados durante muito tempo, esquecidos na estante —
mas que as pessoas estão voltando a acessar.

É bom saber que atualmente os blogs estão ganhando novo fôlego como um refúgio rebelde:
Indo contra o algoritmo, contra a velocidade, contra a performance forçada dos três primeiros segundos que tentam fisgar o público.

Não, não, não…
Aqui não tem trilha sonora viral, nem roteiro de retenção.

Este espaço está de volta para que a gente possa se reencontrar, se revisitar, se escutar.
E quando digo “a gente”, falo de mim e de você —
Mas também falo de você com você mesma.
De todos nós que ainda temos a coragem de andar na contramão.

Não estou aqui para pregar que você abandone suas redes sociais —
ao contrário, eu também estou por lá.
Mas que você possa incluir este blog como um lugar de pausa,
uma nova e velha forma de conversar.
Um cantinho onde o conteúdo é degustado sem pressa,
como se lê uma carta escrita à mão.

Seja bem-vindo de volta.
E se for a primeira vez aqui, venha também junto nessa caminhada.

Por Fábia Layssa.


#Blog #Refugio #EscritaReflexiva #Autoconhecimento #VoltaDosBlogs #CrônicasDaVida #Crônicas #reflexão #retorno

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Ela é tão dela...

Ela é tão dela que não se importa com o que os outros vão pensar. Ela é tão dela que não segue regras, não segue o caminho mais “certinho”, o que a sociedade cobra. Ela é guiada por seu coração, seus princípios. E nos princípios dela vale tudo, contado que esse tudo lhe faça feliz e não machuque ninguém.
Por ela ser tão dela alguns acham ela maluca! Isso mesmo, maluca! Só porque às vezes ela sobe no salto, dança como quer , bebi o quanto quer e beija quem quer, sem seguir as etapas que certo alguém por aí criou.
Outras vezes dizem que ela é doidinha, só porque enquanto está a maior agitação lá fora, e todos seus amigos saem para curtição, ela prefere descer do salto, e ficar em casa quietinha assistindo seus filmes.
Ela é assim! Tão dona de si, tão dona dos seus sonhos, do seu mundo e objetivos que não se importa com os achismo de ninguém. Ela é vestida de coragem e sabe que em todos os seus caminhos irá enfrentar algum leão, mesmo assim, ela não se amedronta, pois ela tem tanta fé nos seus passos que mesmo que chore, ela não desisti e continua em frente.
Só que antes de ser toda dela, ela se perdeu entre malucas e trágicas historias de amor! E foi depois de tantos cacos espalhados em seu caminho que ela juntou tudo, olhou o que ali refletia e então se encontrou, se amou e se tornou tão dela! Desde então, toda vez que é preciso ela abre a porta e diz vai embora para quem tira sua paz, e não lhe valoriza.
De tantos remendos, que fez e desfez, de outros tantos becos que pareciam sem saída que ela teve que pular, entre tantos sorrisos falsos que ela teve que decifrar e se livrar, de outras dores que ela teve que esquecer e deixar pra lá, com tantos arranhões que levou,  foi aí que ela foi se tornando cada vez mais forte, mais guerreira, mais livre, mais dela. Pode parecer egoísmo, talvez tenha sido a maturidade que tenha lhe dado mais sanidade e hoje só fica em sua vida, só quem tem um pouco dela é quem não deixa em desordem a sua vida. Ela se reconstruiu em cima da liberdade, por quem hoje é completamente apaixonada. E assim, ela escolheu pertencer em primeiro lugar a ela.


Layssa Santos

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Coisas que aprendi em 2015...

Entre altos e baixos, choros escondidos e risadas desenfreadas, 2015 venho para reforçar tudo o que os anos anteriores já vinham ensinando.
Aprendi que amigos de verdade existem, mas são poucos que realmente ficam felizes com a nossa felicidade, que não soltam veneno em suas palavras para nos desencorajar. Percebi que o apoio vem muitas vezes de onde menos se espera e de onde tanto se aguada acaba nos decepcionando.
Esse ano que esta no seu fim, junto ao acumulo dos outros anos vividos, acabaram me ensinando a contar até três e se possível até mil para não explodir com certas coisas e pessoas, que é melhor deixar para lá do que mastigar problemas e perder a nossa paz. Porém, também me educou e me fez perceber que existem momentos que não devo guardar o que penso e que tenho que despejar o que me angustia para não causar transtornos dentro de mim mais tarde.
Me fez notar que as quedas sempre vão existir não importa a idade ou fase que você viva. O que apenas muda é que depois de tantas marcas das antigas cicatrizes, a gente vai mudando a forma de encarar e reagir diante delas.
Reaprendi que a única responsável pela minha felicidade sou eu mesma, não adianta esperar por nada nem ninguém, que quanto mais à gente espera mais nos decepcionamos, então cabe a mim transformar meus invernos em primaveras.
Descansei! Essa foi uma das principais coisas que aprendi, a descansar e relaxar! Perdoei os meus enganos, segui em frente e parei de brigar com tempo, aprendi a usa-lo ao meu favor e aproveitar cada um dos seus instantes, descompromissada com datas. Pedi silencio para as cobranças e a única coisa que guardei comigo foi à certeza que o que tiver de ser meu, será! Da minha parte, continuo na luta, apenas tendo a obrigação de mim fazer feliz e não abandonar as batalhas, pois um dia a vitória chega.
Outra importante coisa que aprendi foi a silenciar planos! Porque quanto mais gente sabe dos nossos projetos parece que a coisa desanda, então o melhor é só dizer, e se for para dizer, que seja na hora certa, depois que tudo já estiver pronto. Então, para 2016 que a gente possa falar mais baixinho todos nossos sonhos, no entanto que os nossos passos silenciosos sejam fortes e determinados para correr atrás deles, os sonhos! E assim, se realizem com fé em Deus.

Layssa Santos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Desculpe-me

        Desculpe a demora! Desculpe a ausência! Desculpe pela falta das palavras, pela falta da presença! Desculpe-me!
        Mas, eu precisei ir, precisei ouvir o barulho que ecoava dentro de mim. Precisei colocar em ordem o que estava fora do lugar. Precisei fazer uma faxina e retirar o que já não cabia mais em mim. Precisei me afastar de coisas e pessoas.
        Na verdade eu precisei me encontrar! Então, desculpe pelo transtorno, pela poeira, pelo silêncio! Eu estava em obras, talvez as coisas não estejam tão bem no seu lugar, porém os meus vários eus voltaram a se encontrar e conversar em paz, e finalmente chegaram a um acordo.
        Entre choros e risos desenfreados, entre dias nublados que relampejavam em mim, entre dias ensolarados que traziam raios que me iluminavam no meio de uma caminhada cansada e um coração cheio de esperança, eu cheguei há um lugar chamado “ Sempre existe tempo pra recomeçar” e foi aí que encontrei as respostas que buscava.
        Percebi que sempre há uma nova chance para reiniciar, que não há idade pra ir à busca dos sonhos, que mesmo que os outros digam que já passou do tempo, mas se você quer e tem esse desejo dentro de você, arregace as mangas e vá à busca dos seus objetivos. Cedo ou tarde alcançará.
       Me reencontrei e fui em busca do que me faz feliz e isso não quer dizer que não irei me perder novamente, que não irei ter cansaço nas pernas e dores pela espera, que meus olhos não irão mais mergulhar em águas, mas o mais importante foi que aprendi que sempre posso tentar uma, duas, três, quantas vezes for necessário na busca de me fazer feliz e assim SER!

Layssa santos

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Mocinha ou vilã? Escolha sua personagem.


Dentro de cada pessoa existe um pouco de vilã, mas, também de mocinha de novela. Não há ninguém completamente bom, tão pouco alguém totalmente mal. Possuímos mil e um defeitos e várias qualidades. Por mais que seja difícil falar do nosso lado negativo, ou até dos positivos, o fato é que somos feitos deles.
A imperfeição nos compõe! Desculpe-me os perfeccionistas, porém até esses não conseguem a completa perfeição. Cometemos erros e acertos. O difícil é nos encaramos em frente ao espelho e admitirmos que seja necessário abaixar o dedo e pararmos de apontar apenas o outro, porque também temos nossos momentos de chatice, de sermos ranzinza, de em algum instante pisar na bola, de vacilar! De falar coisas que magoamos sem querer, e até às vezes querendo. Por vezes damos a mão e ajudamos ao outro, por outras a mágoa nos invadi e o rancor domina.
Não tem como acertar e agradar toda hora, apesar disso, existe como sermos honestos, verdadeiros, admitirmos nossas falhas e tentarmos sermos pessoas melhores. Não estou falando de ser aquelas típicas mocinhas das novelas que chegam a ser bobas por não conseguirem enxergar a verdade em sua cara, tão pouco daquelas vilãs perversas que saí fazendo maldade com todo mundo que encontra pela frente. No entanto, que possamos desenvolver o nosso melhor e crescer como ser humano.
O mundo está cheio de falsidade, pessoas que na sua frente te enchem de elogios e por trás te esculacham. Que na primeira oportunidade puxam seu tapete, de gente egocêntrica, arrogante e individualista. De pessoas que te abraçam se dizem seus amigos, entretanto possuem atitudes contrárias. De gente que fala demais, mas não sabe ouvir a pessoa ao lado. Que te abandona quando você mais precisa. Com certeza, você deve estar de saco cheio de dá de cara com pessoas que são assim.
A intenção não é fazer um discurso politicamente correto, pois o “certinho” não atrai. Eu sou tão imperfeita como qualquer quer um. A ideia é que mesmo você esteja saturada disso tudo, é que possas ir de encontro a sua verdade, ao reconhecer suas falhas, por quantas vezes também errou, contudo há esperança. Somos seres inacabados, em constantes transformações, e assim, podemos escolher entre melhorar ou retroceder. 
Não é buscar a plenitude da perfeição, porque um pouco de insensatez também é bom. Cometer aquelas loucuras que adocicam a vida é recomendado e necessário. Vamos fazer a escolha de não sermos mais um desses antagonistas, e sim sermos pessoas que não prejudicamos ninguém. Dessa maneira, saberemos usar as nossas melhores armas, que é saber reconhecer que somos seres em desenvolvimento e estamos aqui nesse mundo para aprender a cada dia um pouco mais. E, com essas lições que a vida nos dá, as possamos usa-las da melhor forma. Assim, no final nem mocinha nem vilã, mas nos reconhecermos como um ser humano inacabado, em evolução que tem por função hoje, ser melhor que ontem.

  Fábia Layssa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ela...

Ela até pode ser mais uma entre tantas mil Marias, porém ela é minha Maria!
Ela que me ensinou a caminhar, a ver o mundo de outra forma, a sempre se colocar no outro lado, para saber sentir o que é o lado de lá, sem julgar.
Ela que me ensinou a sorrir, mesmo quando a lágrima percorria meu rosto, me ensinou a dar a mão ao outro, sem esperar nada em troca.
Ela até hoje diz: Oh menina sem medo! E mesmo eu tomando minhas decisões, por mais arriscadas que possam ser, sempre acreditou em meus sonhos. Com seus olhos emaranhados de lágrimas, por saber que sua cria havia crescido e que se aproximava a hora da mesma levantar voo, quando eu disse: tô indo! Ela, com o coração apertado me respondeu: Vai, e que Deus te abençoe.
Vai em frente, em freta o mundo que te espera, Maria repetia. Mal sabe que toda determinação e coragem, aprendi com ela! Sempre tão guerreira, só poderia me fazer sua discípula, me fazer aprender a lutar pela vida. Também, me ensinou a ter força, a ter garra, raça, a ser tão destemida e sem medo de nada, e foi assim que eu, sua menina, aprendeu e partiu para enfrentar o mundo de frente, sem receios.
Às vezes, mesmo já crescida, quando me sinto como fosse uma garotinha, com cansaços, com problemas de gente grande, meu refugio são seus braços, que me afagam. Abaixo a cabeça e sinto seu acarinhar, que me aconchega com tanto amor, eu sei que em outros braços, abraços tão acolhedores, não irei encontrar. E baixinho, ela sussurra: tenha fé, tudo irá passar.
Ela ainda me fala que é preciso ter coragem, ter manha, que a vida é dom que Deus nos dá. Me reanima e me faz sorrir, puxa minha orelha, eu bato o pé, ela até briga comigo e me dar lições de moral, sei que ela tem razão, aliás, muitas vezes, não queremos admitir, mas elas sempre tem razão! Parece que as Marias andam acompanhadas com uma bola de cristal prevendo o que irá acontecer. Mas, é a maturidade que lhes oferecem o dom de saber interpretar a vida com seus antônimos e sinônimos.
Maria traz em sua pele as marcas que é preciso saber viver, e sobreviver. Me mostra que é preciso respirar fundo e tentar desenvolver sempre um pouco mais de paciência, porque a vida pede calma, para saber lidar com o viver.
Ai de mim se não fosse Maria! Ela que com certeza não é mais uma Maria! Daria a vida por mim, E EU DARIA POR ELA. Se eu sofrer, ela sofre em silencio, se eu estou feliz, ela fica radiante de felicidade com minhas vitorias, é de fato minha maior torcedora, minha mãe, minha doce e forte Maria, minha flor!
Ai de mim Maria se não fosse tu! Maria é meu amor.

PS: Esse texto, escrito em especial para minha mãe, uma Maria tão forte e guerreira. Mas, também é dedicado a todas as mães, que são tão importantes em nossas vidas. A todas as Marias espalhadas pelo mundo, (Marias que tiverem filhos que saíram de sua barriga, ou do seu coração, a Marias que criam sozinhas os filhos, ou que tem seus companheiros, e aos Josés que fazem o papel das Marias) meu enorme carinho e admiração.
Layssa Santos

sábado, 15 de agosto de 2015

Os tais nãos!

E quantos nãos você já ouviu em toda sua vida? É melhor nem contar! Carregamos em nosso currículo as mais variadas e disfarçadas formas de Não! Até porque a vida não é só feita de sim, porque se fosse assim, não iriamos valorizar cada esforço da conquista!
Não teríamos aquele gostinho de ganhar um gás e correr atrás do não transformado em sim.  E antes de tudo, ou melhor, dentre tantas situações que podemos e ouvimos os nãos vou logo me explicando que falo do não daqueles que não acreditam que iremos chegar lá! Que não acreditam em nossa capacidade de vencer que nos fecham a porta pensando que iremos ficar apenas do lado de fora vendo a vida passar.
Chega uma hora que os nãos chegam sem avisar todos na mesma hora. As coisas não se encaixam tudo parece que não dá certo, até uma simples coisa não funciona. E agora o que fazer? As lágrimas enchem os olhos, o cansaço nos invade, vários questionamentos navegam em nossos pensamentos e por um instante chegamos até pensar que nossa hora não irá chegar que nunca vai acontecer, a esperança vai embora sem deixar um bilhete otimista.
São fases, são épocas que todos nós passamos, o que irá diferenciar é a coragem, a garra, a determinação que cada um irá ter para secar as lágrimas, respirar fundo, se encher de gás e energia para continuar na busca, na batalha, na corrida para transformar o não em um belíssimo sonoro SIM! Há uma arma bem eficaz para nos abastecermos que é a fé, mesmo que sua religião seja diferente da minha, da dele, daquele, o que importante é crer, é seguir a linha do bem, de fazer o bem, do pensamento positivo, de fazer uma oração a cada dia para se revigorar na fé, na certeza que mesmo parecendo que as coisas nunca irão mudar, mas se continuares a persistir irá conseguir, pois quem se esforça um dia alcança e então, perceberás a importância do não para o alcance do sim.

Layssa Santos

sábado, 25 de abril de 2015

Quer um conselho?


Não importa o que os outros falem, seja você!
Não importa se irão rir, ou te desencorajar, até te criticar, ignore e continue em frente!
E se chorar, não tenha vergonha, deixe as lágrimas rolar.
Se disserem que não vai da certo, mas se você acredita, não desista e continue uma hora você irá chegar lá!
Se te chamarem de louca, uma sonhadora sorria essa é uma qualidade de pessoas que ousam e só quem usa a ousadia consegue realizar seus sonhos.
E se o medo bater na porta, não deixe entrar, pois o medo te paralisa e não irá deixar você seguir.
Estar com dúvida sem sabe para onde ir? Sente em um lugar reservado, tente se acalmar, sentir sua respiração, o pulsar do seu coração e aos poucos você entrará em sintonia com Deus, não importa sua religião, ou crenças, apenas sintonize- se com o que acredita.
Se vista de energias positivas e o mais importante, nunca deixe de acreditar em você, em seus sonhos, renove a cada dia sua fé, deixe a opinião dos outros de lado e vá em direção daquilo que faz seu coração vibrar. Quer um conselho? Não ouça tantos conselhos, apenas daquelas pessoas que de verdade te querem bem e principalmente daquela voz lá dentro de você que lhe diz a hora de parar ou de continuar em frente.

Layssa Santos

segunda-feira, 23 de março de 2015

Aquele abraço!


Quantas pessoas você já abraçou hoje? E de ontem pra cá? E de dois dias pra cá? Uma, duas, três, nenhuma? Qual a última vez que você foi abraçado? Não aqueles meios abraços frouxos e sem graças, estou falando daquele abraço bem abraçado, um abraçaço!
Você sábia que o abraço é um ótimo remédio para cura!? Pois é, uma coisa tão simples, que é de graça e que à medida que damos recebemos de volta e muitas vezes deixamos de fazer isso porque dizemos que não temos tempo para dar aquela rápida parada do abraço, porque vivemos cada vez mais distantes do contato humano e o abraço começa a parecer tão invasivo, algo que deveria ser tão comum começa a ser uma atitude que pouco fazemos.
Certo dia li numa revista uma entrevista com a psicoterapeuta Virginia Satir, que dizia “Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Precisamos de oito abraços por dia para nos manter. Precisamos de doze abraços por dia para crescer”.
Além de outras pesquisas que mostram a importância do contato físico, do abraço que tem poderes incríveis. Ele alivia tensão, reduz estresse, melhora autoestima. Está duvidando? Então já prestou atenção quando estamos tristes como um abraço alivia a dor, um abraço de mãe, de pai de alguém da família que nos conforta. Um abraço de um amigo quando vamos pedir colo após o fim de alguma relação.
Quando estamos nos sentindo pra baixo e vem alguém que nos abraça um abraço transmissor de boas energias, um abraço de que estou aqui com você para o que der e vier pode contar comigo, um abraço de que bom te ver, estava com saudades! Um abraço de que estou feliz por você, um abraço de que bom que você esta aqui.
Percebeu que depois desses abraços nos sentimos bem melhor? Um ato simples, fácil de fazer, de graça e que você pode fazer quantas vezes quiser e com quantas pessoas puder e estará tanto lhe beneficiando como melhorando a vida de alguém. Às vezes a gente só precisa de um abraço, não é?
Então, porque não tornar um hábito o abraço? Abrace seu amigo, seus familiares, saia por ai distribuindo abraços e no final você se sentirá bem melhor. O abraço aproxima pessoas, é um aconchego, é um entendimento entre pessoas que não precisa mais que palavras, precisa apenas abraçar e a mensagem será entendida.
Mande um abraço, dê um abraço, abrace mais, bem apertado! Se quiser beije, dê um cheiro, diga palavras positivas no ouvido do abraçado, sorria, ou até chore junto, se entrelace no abraço e aproveite o bem estar mútuo que ele pode ocasionar e que os poucos segundos do abraço possam ser eternizados e pra você nesse momento eu deixo aquele abraço e que esse abraço possa mudar seu dia!

Layssa Santos

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Já deu!


Quantas vezes nos perdemos de nós mesmos, quantas vezes nos sentimos como estivéssemos dentro de um labirinto! Acho que em diversos momentos da vida. Por mais que sejamos pessoas que sabemos o que queremos, como queremos qual estrada seguir.
Por mais que sejamos pessoas decididas, chega uma hora que nos perdemos no caminho, ficamos confusos com escolhas, na qual direção seguir, por mais que tudo aparentemente seja tão obvio, mas lá dentro de nós surgi um nevoeiro que embaça nossa vista, confunde nosso coração e entre dúvidas, interrogações que sentimos, paramos no meio do caminho e nos perguntamos: - será que é isso ai? Estou fazendo o certo? O que será melhor? Pra onde seguir? Será que estou no curso certo? Já não me sinto feliz em meu trabalho, será que estou na profissão certa? Crises constantes na relação, já não era mais como era antes, o encanto acabou! Será que é melhor acabar e seguir em frente? E se eu me arrepender? Mudar a essa altura da vida! Vale apena? E se for só coisas de minha cabeça e depois eu perceber que não era nada disso? E é assim que entre dúvidas e questionamentos eu me perco de mim, você se perde de si, nós nos perdemos.
                Quem nunca sentiu isso? São desencontros que não existe data, nem hora, muito menos idade certa pra acontecer. É quando a gente já não esta mais feliz naquela relação, naquela situação, naquele curso, na profissão, naquele lugar e sente uma imensa vontade de mudar, de sair dali de acabar, mas ainda as dúvidas se fazem mais presentes do que as certezas. Será? Será? Será? Será? Ou será que são mesmo dúvidas ou falta de coragem de dar o primeiro passo para mudanças, de sair do comodismo? O medo de arriscar um novo passo, um novo rumo?
Em algum momento da vida nos sentimos assim, uma necessidade de ir além, mas as incertezas invadem o medo de quebrar à cara, de já esta “velha” demais pra fazer isso, o medo de mudar. A única certeza que temos é que já deu. Mas, agora pra onde ir, o que fazer?
Quando as coisas já não fazem mais sentindo, não vale apena continuar a empurrar com a barriga.  É hora de parar e de se ouvir, um instante sozinho, um frente a frente entre os todos os “eus”, pra se achar, se entender, pra se encontrar, para encontrar a saída do labirinto. Porque irão ser muitas às vezes que o mundo, as pessoas, situações nos confundirá, e iremos nos perder, mas o importante é não temer as mudanças, não importa quantos anos você tenha, ou há quanto tempo esta naquela relação, naquele trabalho, naquele ciclo chega uma fase da vida que as roupas não cabem mais, que os sapatos apertam que a vida pede mudanças e é nessa hora que o que os outros vão pensar não deve ter importância e sim se fazer feliz e se sentir bem se torna uma prioridade.
P.S. Quando você acha, ou melhor, dizendo tem a certeza que as coisas “já deram” está na hora de mudar!

Layssa Santos

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Começar de Novo...


Quando terminamos um relacionamento, quando partimos para outro emprego, quando mudamos de cidade, quando estamos cansada de tudo aquilo a ponto de jogar tudo para o ar e decidimos mudar, existem diversas formas de fins que a vida, ou melhor a gente quer, pede, deseja por começar de novo!
Bem verdade, que dá uma vontade danada de apertar a tecla delete e apagar certas coisas da cabeça e não lembrar mais, apenas começar a partir do agora, mas começar de novo significa mais que deletar ( se bem que não é uma má ideia), significa olhar pra trás e reconhecer os erros, o que não quer mais pra levar adiante, onde não quer mais ir, nem o que precisa mais passar, o que precisa mudar e assim recomeçar.
Depois de tantas quedas, de tantas decepções, de inúmeros erros, de andar na contra mão, de perder a direção, quando o sapato aperta e os sonhos mudam, os desejos também é hora de se despedir de algumas coisas, certas pessoas, dar tchau a velhos preceitos e ideias. Deixar pra trás o que depois de uma boa faxina já não cabe mais em nós. É chegada a hora de começar de novo!
Que tudo sirva como experiência e isso não quer dizer que não existirão mais erros, sim eles existirão! Mas, serão outros cometidos não os mesmos!  
E a vida nos da diariamente essa chance de recomeçar, basta reconhecemos, termos coragem suficiente para colocar um ponto final, de desapegar (mesmo que não seja uma tarefa tão fácil, que seja doloroso), mas o importante é ter força de vontade e determinação, mudar a forma que olhamos para as coisas, como encaramos problemas e principalmente como nos recriamos diante das mais diversas situações e assim escrever uma nova historia.
Então quando a vida chegar de mansinho e sussurrar em seu ouvidor “quer começar de novo?”, diga sim, se é isso que anseia que pede quase como um clamor e coloque em prática tudo que aprendeu até agora e dê essa chance pra você. A chance de começar de novo trás esperanças para que as coisas mudem, melhorem comecem a dar certo é como tivéssemos dado um passo a frente que só saberemos se dará certo se você tiver essa ousadia. Então, meu caro arrisque-se, ouse, tente e comece de novo, se redesenhe, mude o que tem vontade, recomece não por ninguém, mas por você!
Layssa Santos


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Eu te desejo...

Mais um ano chega ao fim e com ele contabilizamos mais 365 dias em nossas vidas onde alegrias foram vividas, conquistas alcançadas, amores vividos, novas amizades, velhas amizades refeitas, reaproximadas, o aconchego da família, o coração acelerado tão apaixonado a espera do novo amor que chegou e se instalou. A promoção que ganhou no trabalho, o novo trabalho! As pazes que foi feita, o perdão que foi dado, a tão sonhada viagem realizada, novos lugares, novas pessoas, novos sorrisos.
Mas, também esses mesmos 365 dias escondem ás vezes que choramos escondido pra ninguém ver, ás vezes que nos perguntamos se era isso mesmo que queríamos, a tristeza de ver um amor indo embora, a relação chegando ao fim, a amizade desfeita, uma pessoa querida que partiu pra não mais voltar. O Desemprego, a saída do emprego. Quantos adeus os 365 dias testemunharam.
Quando vai chegando ao fim dos 365 dias a gente reflete quanta coisa passou, como os dias, as horas e minutos se passaram tão rápido, parece que foi ontem que estávamos comemorando a passagem do ano que agora já está velho. Aí bate uma nostalgia, lembranças, saudades do que se foi, lágrimas nos olhos ritmando junto as esperanças para um novo ano.
Uns não gostam dessas datas, cada um deles com seus motivos. Outros adoram porque é a hora de rever toda família, fazer novas promessas e acreditar nelas. Mas, independe de credos e opiniões eu te desejo mais 365 dias de todas as emoções que você possa viver e aproveite cada uma delas. Além de todos os clichês que se pode dizer nessas épocas, mas é tão bom de ouvi-los.
Te desejo que não deixe pra amanha o que você pode fazer hoje. Desejo que você guarde menos mágoas e perdoe mais, que o orgulho fique de lado. Que abrace mais beije mais, ame mais! Desejo que se arrisque mais, ouse mais, viva tudo que a vida pode lhe dar, que tenha mais sabedoria ao viver momentos de decisão, que tenha mais coragem quando se trata de ir em busca dos seus sonhos, que tenha fé! E que seja feliz em todos as situações que a vida te der e aquelas que não serão tão fáceis de sorrir te desejo toda maturidade pra saber lidar com elas, que você se afaste de toda negatividade e seja leve! Enfim, te desejo um mundo de cores nesse novo ano que se inicia para que você possa colorir cada um dos seus dias a sua maneira.

Layssa Santos